| CAMPANHA - MEU SONHO VERDE |
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| Escrito por Vivianne Amaral |
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O VII FBEA é parceiro nesta campanha. Durante sua realização - de 28 a 31 de março, estaremos gravando os sonhos de todos os participantes do Fórum de Salvador. Participe com seu sonho verde! ORIGENS Em 1992, uma árvore estilizada à entrada do Fórum Global organizada por ONG - árvore da vida - foi um espaço privilegiado, onde cada participante escreveu seus sonhos, na forma de folhas. Vinte anos depois, a campanha Meu Sonho Verde retoma a ideia, com metodologia facilmente replicável no mundo todo, mas potencial muito maior de repercussão, dada a facilidade para disseminar as mensagens por meio das meio das mídias sociais. Foi primeiro aplicada em Bangalore, na India e, no Brasil, teve o primeiro ensaio em Curitiba, quando 80 jovens sairam pela cidade em 2011, para capturar os sonhos das pessoas por um mundo sustentável. Liderada pelo Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (Unitar), que mobilza a coleta de sonhos verdes nos cinco continentes através de sua da rede CIFAL, tem no VII FBEA um dos parceiros oficinas. MAS O QUE É UM SONHO VERDE? Criada como contribuição oficial da Rio+20, a campanha mundial My Green Dream apela aos mais profundos potenciais de todos os cidadãos do mundo, a partir de uma simples provocação: usar o poder do sonho verde", isto é, o sonho de cada um tem, que ajude a invocar um futuro sustentável que vale a pena criar. Como explica May East, diretora do Gaia Education (Finhorn, Escócia) celeridade que estará presente n VII FBEA e desenvolveu a idéia no Brasil: Um Sonho Verde pode ser uma visão da realidade amanhã, baseada no poder de imaginar um mundo sustentável. Talvez o seu sonho verde seja sobre você, sua comunidade, seu bairro, vila, cidade, país ou mesmo sobre o futuro da vida neste planeta, sugere ela. •Pode ser relacionado ao local onde você mora, •Pode ser sobre alimentação, transporte, energia, educação, habitação, artes etc ... •Pode ser sobre uma sociedade sem desperdício, ou sobre o reflorestamento do planeta. •Pode ser sobre o fortalecimento da economia local e oportunidades para empregos de baixo-carbono. •Pode estar relacionado a respostas criativas locais para desafios globais das mudanças climáticas ou pico de consumo de petróleo. Mas seu sonho verde não precisa ser só sobre a dimensão ecológica, prossegue a ativista: •Você pode sonhar em viver num mundo mais justo… •Você pode sonhar com mais opções de lazer para os idosos, •Você pode sonhar com uma educação que intrumentralize os jovens para um futuro sustentável... É seu sonho, brinque com ele! E, se você já está implementando seu sonho verde, compartilhe essa notícia. Inspire outros sonhos! COMO PARTICIPAR Grave seu sonho, ou de seus amigos, em 20 a 60 segundos * com seu smart phone e faça o upload no canal do Green Dream YouTube * se usar uma camera, pode enviá-lo como anexo para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. E siga os sonhos através do Twitter @OurGreenDream e Facebook Quem é May East, uma das conferencistas do VII Fórum de EA: Maria Elisa Capparelli Pinheiro (São Paulo, SP), conhecida como May East é uma cantora e ativista brasileira. May East iniciou sua carreira na banda Gang 90 e as Absurdettes, nos anos 1980. Em 1984, partiu para a carreira solo e gravou o compacto Índio/Fire in the Jungle pela EMI holandesa. Lançou, em 1985, o seu primeiro álbum solo, chamado Remota Batucada,buscando a junção de ritmos tradicionais brasileiros com a sua principal influência, o technopop inglês. Isso fica patente em faixas como Bumba My Boy e Maraka. Dois anos depois, em 1987, após realizar viagens à região Norte do país, para aprofundar as suas pesquisas musicais, lança Tabaporã ("casa bonita", em Guarani). Neste álbum, a cantora adota uma sonoridade que caminha rumo a algo que poderia ser classificado como Ethnic New Age. Mais preocupada agora em utilizar os sintetizadores, instrumentos chave de seu trabalho anterior, para criar climas e atmosferas, ao invés de batidas para as pistas de dança, May East alcança uma sonoridade que remete diretamente aos três discos - Low, Heroes e Lodger - lançados por David Bowie, em sua fase Berlim (1977-1979), e à ambient music de Brian Eno, parceiro de Bowie em suas experimentações na capital alemã. Lançou ainda Charites, em 1990, onde segue a mesma receita ao mistuar a eletrônica com os ritmos regionais brasileiros. Desde então,passou a se dedicar primeiramente às causas ambientais, tendo lançado apenas trabalhos musicais esparsos: Cave of the Heart (com o Findhorn Community Chorus), de 1998, Cosmic Breath (com seu ex-marido Craig Gibsone),1999, e 1001 Faces (solo),em 2001 . Atualmente, desenvolve trabalhos de âmbito internacional com o movimento de transculturalidade, sustentabilidade e o movimento global das ecovilas. Mora há mais de 15 anos na Ecovila Findhorn, na Escócia, onde é membro do Conselho Diretor e Diretora de Relações Internacionais entre a ONU e a Fundação Findhorn e a GEN-Global Ecovillage Network. É também Coordenadora de Educação do Projeto de Ecovila de Findhorn e Embaixadora do World Wisdom Council do Club of Budapest. Atualmente coordena as ações da GEN e Gaia Education junto ao Grupo de Trabalho da "Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável da ONU - 2005-2014". Teve papel proeminente no desenvolvimento das relações entre a Comunidade Findhorn e a ONU, que culminaram na formação do CIFAL, e viaja pelo mundo divulgando as iniciativas do Transition Towns. |
Palpitando no MSREBEA